terça-feira, 17 de maio de 2011

RESULTADO FINAL - ENQUETE- QUEM SERÁ O CAMPEÃO BAIANO DE 2011?

Chegou ao fim o certame estadual da 1° Divisão e também a nossa priemira enquete. E os nossos leitores estavam corretos. Segue o resultado final.


Obrigado a todos pela participação e fiquem a vontade para opinar em nossas duas novas pesquisas. Qual será o destino dos clubes baianos no Campeonato Brasileiro?

DRIBLE CULTURAL - CREPERÊ

Sexta-feira a noite, um ambiente agradável e intimista moldado a luz indireta e velas, com mesas ao ar livre, boa música e um crepe delicioso ao lado de uma pessoal especial. Se estes são os seus planos, segue uma excelente dica.


Endereço: Calazans Neto n º13  Itapuã
Bairro:    Itapuã
Telefone: (71)3285.1115  
Descrição: Creperia, saladas etc...
Horário: Ter a sab das 18h à 00h / dom das 18h às 23h
Observação: Aceita cartões de crédito


segunda-feira, 16 de maio de 2011

Alô!!!!!!

Baiúca: Alô, é da casa do Fubúia?

Fubúia: É sim, o que você quer sua miséria?

B: Rapaz, eu tava preocupado com você. Desde ontem te ligo e nada!

F: Você quer é me torrar a paciência. Vai procurar o que fazer seu eliminado.

B: Calma meu brother... Eu fiquei preocupado porque depois do Bin Laden e do Vice eu pensei que você poderia ser o próximo a morrer em casa. Por isso ins...

F: TA VENDO!!!!!!! Começou a sacanagem. Vai....

B: Não, não, não. Tanto tava preocupado que comprei uns remédios e mandei pelo patrocinador do Vice.

F: Quem, a OAS?

B: Nãããããooooooooo!!!!! Correios, pois sempre entrega em casa!!!!!!!!

F: Oh sua miséria, vai....

B: Mas relaxe pois já cassaram o título do Bahia de Feira. O time é o mais genérico do país. Tem o nome e as cores do Baêa, o escudo do São Paulo e o título do Vitória, kkkkkkkkkkkkkk..........

F: Oh Baiúca vai procurar o que fazer. No final do ano conversamos. Sua miséra vai ser rebaixada, pode anotar.

B: Anoto sim, pois você me disse que não subíamos e estamos aí, o Vice não caía e já se foi. Por fim garantiu que já era Penta. Só não diga que vou viver muito, senão...

F: Vá pra mmeeerrrrdddaaaaaa!!!!!!!! Buf!!

Professor Bodoló - NA LUPA DO MESTRE - Ypiranga

Boa tarde turma do Drible Arte. Meu nome é Bodoló e minha função é analisar taticamente as partidas que eu acompanhar. Neste final de semana estive em Pituaçu para ficar de olho no Ypiranga, time sensação da 2° Divisão da Bahia e que vivia a expectativa de praticamente assegurar a classificação para a fase final.
Na escalação do técnico Aroldo Moreira, observei um 4-4-2 tradicional, com a escalação do Lídio mais recuado, tentando qualificar a saída de bola.
No entanto, para que este esquema funcionasse era necessária uma boa participação do Cleiton e do Pantera na armação das jogadas e isso não ocorreu. Sem o apoio eficiente dos laterais, o Ypiranga sobrecarregava o Braw que corria pelos flancos tentando abrir espaço na defesa, mas não tinha com quem jogar. O Junior, como um jogador mais pesado, utilizava-se do seu porte físico para realizar o papel do pivô na preparação das jogadas.
Na segunda etapa houve variação, pois com um jogador a mais o time precisava partir para cima. Com as alterações, os laterais a jogar como pontas e o Lídio avançou um pouco mais devido ao natural recuo do Juazeirense, que plantou cinco jogadores na defesa e três marcadores na entrada da área. Mas faltou qualidade no último passe.
Caro Aroldo, como um bom mestre, fica uma dica: o Lídio não pode jogar atrás. Ele é o jogador de maior visão e melhor qualidade técnica desta equipe. Correr para armar e marcar faz com que ele canse e não produza durante toda a partida.
O Flávio, que entrou bem contra o Galícia, neste sábado deixou a desejar. A dupla de zaga fez o que dela se espera, não chegou a comprometer. Tiaguinho foi razoável na primeira etapa e depois sumiu. Fausto é o de sempre, marcador, às vezes exagera, mas fez seu papel. Lídio sobrecarregado, Pantera abaixo do seu nível e o Cleiton não acertou uma. Braw correu mais do que produziu e o Junior é limitado, não pode se esperar muita coisa dele.
Até o nosso próximo encontro aqui na Lupa do Mestre.

domingo, 15 de maio de 2011

Uh TREMENDÃO, CALA A BOCA DO LEÃO!

Este foi apenas um dos gritos de guerra que ecoaram no Barradão nesta chuvosa tarde de domingo. Um feito inédito ocorreria hoje: seria o Penta do Vitória ou o título do Bahia de Feira. E deu Tremendão, para alegria da população de Feira de Santana e da torcida do Bahia original, que vibrou muito com o insucesso do rival.

A torcida Rubro-Negra compareceu ao Barradão pronta para fazer a festa. O jogo começou movimentado e o Vitória abriu o placar em uma cobrança de falta de Geovanni. Após falta sofrida por Nikão, um dos destaques do Leão neste campeonato colocou na gaveta com muito capricho. A grande chance de ampliar foi de Elkson, que ficou na cara  do goleiro Jair mas tentou fazer bonito e jogou longe. Nos acrécimos da primeira etapa o Bahia de Feira empatou com Allyson, em uma jogada que lembrou muito o segundo gol da equipe marcado no jogo da semana passada.

Com o moral elevado o Bahia de Feira partiu em busca do gol que do título e dominava a partida. O Vitória tentava explorar os contra-ataques, mas sem sucesso. Aos 21 minutos da segunda etapa o gol da conquista. João Neto recebeu uma bola açucarada dentro da área e bateu forte no canto do goleiro Viáfara, que tocou na bola mas não conseguiu evitar que ela entrasse. Tremendão na frente do placar e o que se viu depois disso foi um Vitória afoito, buscando de qualquer maneira o gol de empate e o Bahia de Feira controlando o jogo e perdendo oportunidades de carimbar a conquista.

Aos 36 minutos, o juiz Cleber Wellington Abade chegou a marcar pênalti em Neto Baiano, mas o assistente Roberto Braatz marcou impedimento na jogada, anulando a marcação da penalidade. 

Com o apito final a festa tomou conta do Barradão, mas não nas cores que se esperava. A comemoração foi Tricolor, com o Bahia de Feira, e de lambuja, para a Nação Tricolor.


Vitória
Viáfara; Nino Paraíba, Alison, Reniê e Eduardo Neto (Léo); Esdras, Uelliton, Mineiro e Nikão (Rildo); Geovanni (Neto Baiano) e Elkeson. Técnico: Antônio Lopes.
Bahia de Feira
Jair; Edson, Paulo Paraíba, Alex Alagoano e Alysson (Léo); Diones, Rogério, Lau e Bruninho; Carlinhos (Alex Baiano) e João Neto. Técnico: Arnaldo Lira. 
Público: 22.247 pagantes.
Renda: R$ 489.140,00,00.
Gols: Geovanni (Vitória, aos 14min do 1º tempo), Allyson (Bahia de Feira, aos 45min do 1º tempo),  João Neto (Bahia de Feira, aos 21min do 2º tempo) .
Cartões amarelos: Uelliton, Alison (Vitória); Bruninho (Bahia de Feira).

 

Deu Juazeirense novamente!

Diante de um público de pouco mais que 500 pagantes, o Ypiranga perdeu para o Juazeirense pelo placar de 1x0 e desperdiçou a chance de garantir a classificação antecipada para a próxima fase da competição. A equipe aurinegra mantém a ponta da tabela com 12 pontos em 6 jogos, mas pode ser ultrapassada pelo adversário de ontem que com o triunfo foi a 10 pontos em 5 jogos.

A partida começou movimentada com as equipes procurando a melhor forma de penetrar na defesa adversária sem expor a retaguarda. O Ypiranga pecava no último passe e com os laterais aparecendo pouco para o jogo, as chances de gol foram escassas. O Juazeirense montou uma boa defesa sempre fazendo uma linha de três homens a frente dos zagueiros dificultando as ações do adversário, e explorava o contra-golpe na tentaiva de marca. Mas sem criatividade em campo, as equipes não conseguiram marcar na primeira etapa.

No segundo tempo a equipe do interior começou melhor a partida. Dominando o meio-campo o Juazeirense pressionava o Ypiranga e jogava o tempo inteiro no campo do adversário. E esta postura deu resultado. Aos 25 minutos, em uma cobrança de escanteio, o atacante Nino apareceu sozinho para cabeçear e tirar o zero do placar. Apesar de ter um André Cabeça expulso, o Juazeirense soube se postar na defesa e segurar o resultado. O Canário teve uma chance de ouro para empatar. Aos 46 minutos do segundo tempo o juiz marcou penalti a favor do Ypiranga. Diogo foi para a cobrança, deslocou o goleiro, mas tirou demais e a bola foi para fora. Decepção canária e festa da equipe de Juazeiro.

Agora o Ypiranga folga na próxima rodada enquanto o Juazeirense receberá o Botafogo.

Escalações:
Ypiranga: Delmir; Flávio (Maílson), Roque, Emilio e Tiaguinho; Fausto, Lídio, Cleiton (Diogo)  e Braw; Júnior (André) e Maurício Pantera. Técnico: Aroldo Moreira.

Juazeirense: Vinicíus;Alex, Sílvio, Valdo e Geovane; Caponi, Nenen, André Cabeça e William (Átila); Nino e Cicinho (Marquinhos). Técnico: Paulo Sales.

Gol: Nino 25min(Segundo Tempo)

sexta-feira, 13 de maio de 2011

ETERNOS CRAQUES - ZIDANE

Inciamos hoje amogos uma seção especial, onde estaremos lembrando grandes esportistas e seus feitos. Para iniciar, escolhi um craque que não traz boas lembranças aos mais patriotas, mas que com certeza encantou a quem admira o futebol bem jogado: Zinedine Zidane.

Nascido em 23 de Junho de 1972, na cidade francesa de Marseille, Zinedine Yazid Zidane é o maior jogador da história do futebol francês e um dos maiores de todos os tempos. Dono de uma técnica refinada e uma excelente visão de jogo, Zizou conquistou uma legião de admiradores do seu futebol enquanto desfilava sua genialidade pelos gramados mundiais.
O craque francês iniciou sua carreira nas categorias de base do Saint-Henri, equipe inexpressiva que disputava campeonatos locais. Apenas uma temporada depois, acabou sendo levado ao Septèmes-les-Vallons, aonde permaneceu durante quatro anos. Com grande habilidade e destacando-se em seu clube, Zizou foi contratado pelo Cannes. Continuando o seu desenvolvimento na arte do futebol, Zidane foi vendido ao Bordeaux que pagou sete milhões de euros por seu passe.

Em 1994 estreou pela Seleção Francesa, mas só veio a ter maior projeção internacional em sua quarta temporada nos girondins: o clube chegou à final da Copa da UEFA de 1996, deixando pelo caminho equipes como o Milan (que duas temporadas antes, fora campeão da Champions League). Apesar de não conquistar o título, a campanha rendeu ao jovem Zidane uma transferência para a Juventus de Turim.
Assim como Platini, Zizou brilhou em Turim e iniciou sua trajetória bianconera conquistando a Supercopa Européia contra o mesmo Bayern Munique e depois venceu o Mundial Interclubes 1996. O Mundial Interclubes teve um sabor especial para ele: A Juve enfrentou o River Plate, do seu grande ídolo, o uruguaio Enzo Francescoli. A admiração fez Zizou batizar seu filho de Enzo e usar regularmente para dormir a camisa do River que conseguira do ídolo ao final da partida. Na Juventus, Zidane conquistaria ainda dois Scudettos(1997 e 1998) e uma Supercopa Italiana(1997) e o título de Melhor Jogador do Mundo em 1998 pela FIFA e France Football . Tal conquista pessoal ocorreria novamente em 2000, muito em função do seu desempenho na Eurocopa.
Ao fim da temporada 2000/01, transferiu-se para o Real Madrid. Sua transferência aos merengues, foi a segunda negociação mais cara da história (setenta e sete milhões de euros) e até 2009 a maior. Em Madrid, Zidane conquistaria o título de grande importância que lhe faltava: A Liga dos Campeões da UEFA em 2002, coroando o centenário do clube naquele ano. Outras conquistas importantes foram a Supercopa da Espanha(2001 e 2003), Supercopa Européia(2002), Mundial Interclubes(2002) e o Campeonato Espanhol(2003). Com isso, recebeu pela terceira vez o prêmios de melhor jogador do mundo pela FIFA, igualando o recorde de Ronaldo.
Pela França sua estréia ocorreu contra a República Tcheca. Entrando aos dezoito minutos do segundo tempo, marcou os dois gols do empate. Pouco antes da estreia na Copa do Mundo da França de 1998, Zidane anunciou a imprensa: "Eu vou ganhar essa Copa!".  E o fez! Apesar de irregular na maior parte do torneio Zidane deu a volta por cima: após uma boa estreia diante da África do Sul, complicou a sua "profecia" ao, desnecessariamente, pisar em um adversário da Arábia Saudita e ser expulso. O lance lhe valeu dois jogos de suspensão. Com a Seleção Francesa seguindo adiante, o dia de Zidane brilhar chegou. Na decisão, contra o Brasil, aproveitando-se de duas cobranças de escanteio no primeiro tempo, marcou dois gols de cabeça, praticamente definindo o inédito título francês ainda na primeira etapa.
Zidane ainda conquistaria uma Eurocopa(2000) pela seleção e disputaria os mundiais de 2002, quando os franceses foram eliminados na primeira fase e em 2006 quando chegaram a final. Zidane poderia ser novamente o héroi francês, quando com muita classe e coragem cobrou uma penalidade máxima, na final da Copa, contra Buffon, marcando o gol dos Bleus. A Itália empataria a partida e levaria o jogo à prorrogação. Aos 5 minutos do segundo tempo da prorrogação, ocorreria o polêmico lance que manchou a sua despedida: após ouvir insultos verbais de Materazzi, reagiu com uma cabeçada no tórax do adversário. Sua última imagem em campo foi simbólica: desceu aos vestiários passando ao lado da taça, que ficaria com a Itália após os azzurri ganharem nos pênaltis a Copa.
Ainda assim, Zidane foi bastante celebrado na volta à França, com o seu presidente Jacques Chirac declarando que "gostaria de expressar a minha estima a esse homem, que encarnou todos os valores mais belos do esporte e que honrou o país".  Sem dúvidas, Zidane sempre será lembrado pelo grande artista que foi, desenhando a cada drible, passe ou chute belíssimas obras de arte.

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