domingo, 5 de junho de 2011

Ypiranga CLASSIFICADO!!!!!

O Ypiranga venceu o Camaçariense por 3x2 com gols de Pantera, Rogério Rios e Junior Bahia para um público de pouco mais de 300 pagantes em Pituaçu e garantiu a classificação para a fase final do Campeonato Baiano da 2º Divisão.

Sonhando ainda com a primeira colocação, o Ypiranga partiu para cima do Camaçariense e dominou o jogo na primeira etapa. A equipe perdeu chances de abrir o placar com Junior e Pantera. Quem se apresentava muito bem eram os laterais Tiaguinho e Rogério Rios. No final da primeira etapa Pantera aproveitou o rebote de uma bola na trave e abriu o placar.

Na segunda etapa o Mais Querido relaxou a marcação e perdeu o meio-campo permitindo ao Camaçariense empatar em um lindo gol de Piau. O Ypiranga voltou a frente do placar em uma bela cobrança de falta por meio de Rogério Rios, mas logo em seguida cedeu o empate. A tranquilidade só chegou aos 39 minutos por meio de Junior, dando números finais e carimbando a classificação Aurinegra.

Agora o Ypiranga irá enfrentar o Itabuna pelo acesso, na semifinal.

sábado, 4 de junho de 2011

COMO SOBREVIVER?

Sábado a tarde, são 16:00 horas e observa-se um grupo de pouco mais de 500 pessoas reunidas em algumas cadeiras, ouvindo o hino nacional. Do que se trata? Ypiranga x Juazeirense! Sim, ainda existem abnegados, apaixonados que fazem de tudo para acompanhar o seu clube do coração. E não trataremos aqui apenas do "Mais Querido", mas da paixão que toma conta de cada um pelo seu clube ou pelo esporte.
Galícia, Ypiranga, Botafogo e tantos outros são clubes que pagam hoje as mazelas sofridas anteriormente. Clubes que reunidos possuem nada menos que 22 títulos baianos (10 Ypiranga, 7 Botafogo e 5 do Galícia) amargam o ostracismo e o esquecimento da grande mídia e de investidores.
Realizando um balanço desta temporada na “Segundona” surge o questionamento tema desta matéria. Os clubes da capital enfrentam a concorrência desleal da dupla BAVI pelo coração dos torcedores o que faz com que a presença de público seja cada vez menor nas partidas destes.
Diferente dos clubes do interior que na maioria dos casos possuem o apoio das Prefeituras, os clubes da capital não o possuem nem mesmo por meio da Sudesb. Galícia e Ypiranga pagam absurdos R$3.000,00 pelo aluguel de Pituaçu. Para estes clubes com suas dificuldades financeiras este valor faz uma grande diferença.
Galícia - dos quatro jogos que teve como mandante dois foram realizados como preliminar de jogos do Bahia, o que fez com que o clube não ganhasse, mas também não ficasse devendo dinheiro.  Na partida contra o Ypiranga com o seu mando de campo, o Granadeiro conseguiu receber R$ 8.199,88 líquidos, muito em função da final entre Bahia e Vitória nos juniores que levou um público de 1.571 pagantes. Sem tal apelo, contra o Camaçarience, o Galícia teve um prejuízo de R$ 3.907,00. 
Ypiranga – o Mais Querido pagou para jogar. Nas três partidas realizadas com seu mando de jogo até o momento, o Aurinegro só acumulou prejuízo. Na primeira partida contar o Botafogo/BA um déficit de R$ 2.952,46. No segundo jogo em Pituaçu, desta feita contra o Galícia, prejuízo de R$1.695,29 e no último jogo realizado em casa contra o Juazeirense saldo negativo de R$1.499,15.
Qual a verdadeira necessidade de se praticar esta “asfixia financeira” sobre estes clubes não é compreendida, pois são agremiações com uma rica história no estado e deveriam ser ajudadas a ressurgirem para engrandecer e fortalecer o futebol local.
Enquanto tratarmos com tamanha falta de respeito estas instituições seremos escravos do “mesmismo” e reféns do poder midiático dos grandes clubes, tanto da Bahia como de outros estados. Reerguer Galícia, Ypiranga, Botafogo e tantos outros que poderíamos citar significa conservar e valorizar nossa história, nossas raízes e auxiliar as comunidades ao redor destes clubes.

FALTA MUITO!

Fernandão, o carrasco da noite
Foi decepcionante a atuação do Vitória nesta sexta-feira em pleno Barradão. A equipe Rubro-Negra foi derrotada pelo Guarani por 1x0 e perdeu a oportunidade de figurar no G-4.

Pressionado pela obrigação de reabilitação o Vitória partiu para cima do Guarani em busca do triunfo e embora não jogasse bem, na primeira etapa obteve mais volume de jogo e teve as melhores chances. Nino Paraíba e Léo se destacaram no apoio e as melhores chances eram criadas por meio deles.

Mas no segundo tempo tudo mudou. O Vitória não se encontrou em campo e o Bugre comandava as ações. Em grande jogada de Felipe, Fernandão marcou o gol do triunfo do Guarani. A torcida do Leão aumentou a cobrança sobre a equipe, exceto sobre Jerson, um dos poucos que apresentou algo nesta partida. Agora o Vitória terá que vencer o Duque de Caxias no Rio de Janeiro. 

Senhores Alexi Portela e Beto Silveira: da forma que está não pode continuar. Ou se contrata com critério ou desiste do acesso. 

sexta-feira, 3 de junho de 2011

BOM RETORNO PEÑAROL!

Míer comemorando o gol da classificação
Vinte e quatro anos após conquistar o pentacampeonato da competição, a equipe uruguaia assegurou mais uma vez sua participação na decisão ao perder para o Vélez Sarsfield por 2 a 1, nesta quinta-feira, na Argentina. Agora, após quarenta e nove anos Santos e Peñarol irão se reencontrar na final da maior competição do continente. Em 1962 o Santos precisou de uma partida desempate para conquistar o seu primeiro título do torneio, vencendo o até então bicampeão e vencedor das duas primeiras edições.

O Peñarol ampliou a vantagem conquistada em casa ao abrir o placar aos 34 minutos do primeiro tempo com Matías Mier e obrigar assim o Velez a ter que marcar três gols. O Velez conseguiu empatar nos acréscimos da primeira etapa, por meio de Fernando Tobio, e colocar a equipe na disputa novamente.

 No segundo tempo o Velez virou aos 21 minutos com Santiago Silva e teve uma chance de ouro em uma penalidade máxima para garantir a classificação. Mas Santiago "El Tanque" Silva foi do céu ao inferno por desperdiçar a cobrança e a ver ir embora a classificação da equipe argentina.

Jogadores comemoram a classificação
Após o renascimento da Celeste Olímpica na Copa de 2010, agora vemos o Peñarol mostrar que ao menos um trabalho está sendo realizado para a volta de um futebol tão glorioso aos seus melhores dias. Viva Peñarol, viva Uruguai! 

quinta-feira, 2 de junho de 2011

O SONHO ESTÁ A 180 MINUTOS.

O Santos está na final da Libertadores 2011 após empatar em 3 a 3 com o Cerro Porteño no Paraguai. A equipe brasileira havia vencido a primeira partida por 1 a 0 e ampliou a vantagem logo aos 2 minutos por meio de Zé Eduardo. O Cerro partiu em busca dos três gols que agora lhe eram necessário, mas não conseguia levar muito perigo ao gol santista.
Aos 27 minutos o Santos ampliaria sua vantagem após falha bisonha do goleiro Barreto. Peixe 2 a 0 e a vaga nas mãos. Mas aos 31 minutos retornou a esperança para os azulgrenás. César Benitez marcou de cabeça e fez a torcida paraguaia sonhar com o improvável. Mas no final da primeira etapa mais um duro golpe no sonho paraguaio. Arouca fez grande jogada e deixou Neymar a vontade para marcar o terceiro gol santista.
Na segunda etapa o Cerro partiu para cima como era de esperar. O problema foi que o Santos ficou acuado e de forma passiva aceitava a situação. Muricy procurou mudar a equipe para fazer o Peixe sair do sufoco com as entradas de Possebon e Maikon Leite nos lugares de Elano e Zé Eduardo respectivamente. Apesar de conseguir respirar, o Santos não foi capaz de para o ímpeto paraguaio. O Cerro marcou o segundo com Lucero aos 15 e empatou aos 36 com um lindo gol de Fabbro. Mas tamanho esforço cobrou seu preço, e o Cerro já não tinha mais pernas para buscar os dois gols que lhe dariam a classificação, deperdiçando algumas oportunidades que surgiam.
Agora o Santos aguarda a definição entre Velez Sarsfield e Peñarol hoje para saber quem será o seu adversário nas batalhas finais pela América.   

PEQUENA GRANDE VANTAGEM!

Em um bom jogo, o Vasco largou na frente na decisão da Copa do Brasil 2011. Jogando em São Januário a equipe cruzmaltina sabia que teria que se impor e conseguir um bom resultado atuando em seus domínios. Mas estava claro que outro objetivo de grande importância era não levar gols.
Sem contar com Éder Luis e Ramon, o Vasco perdeu em velocidade e por isso utilizou-se da habilidade e capacidade de armação de Felipe para cadenciar o jogo e colocar a partida ao seu ritmo. Mas o Coritiba veio preparado para jogar no contragolpe e o fez muito bem. Com William e Léo Gago na marcação do meio-campo o Coxa dava poucos espaços ao adversário e sempre saia muito rapidamente ao ataque com Rafinha e Davi jogando em cima dos laterais vascaínos.
Alecsandro, autor do gol vascaíno
Este foi o ponto fraco da equipe de São Januário. Tanto Allan quanto Márcio Careca fizeram uma partida muito fraca. Ruins no apoio e falhos na marcação os dois laterais davam brechas a serem exploradas pelo Coxa-Branca. Allan minimizou a sua situação com o belo cruzamento para o gol de Alecsandro aos 5 minutos da segunda etapa.
Após marcar o gol, o Vasco recuou e passou a se preocupar mais em não levar gols no seu jogo como mandante, algo que poderá fazer a diferença no final. O Coritiba partiu em busca do empate e colocou Geraldo e Marcos Paulo como pontas abertos para aproveitar a noite ruim dos laterais vascaínos. Mas não foi suficiente e o Vasco garantiu uma pequena vantagem, por vencer apenas por um gol, mas um enorme lucro por não levar nenhum dentro de São Januário.
Destaques do Jogo:
VASCO
Dedé e Anderson Martins - mostraram mais uma vez o entrosamento e a segurança que a muito não se observa na Colina.
Felipe – armou as melhores jogadas do Vasco, principalmente no primeiro tempo. Na segunda etapa cansou e foi substituído.
Diego Souza – um guerreiro. Utiliza-se muito bem do corpo para proteger a bola e levar vantagem sobre o marcado. Com grande movimentação abriu espaços na defesa do Coritiba. Só não pode perder um gol como o fez no primeiro tempo.
Alecsandro – Apesar de “isolado” a frente, marcou o gol vascaíno e auxilia muito na marcação.
CORITIBA
Willian e Léo Gago – A dupla de volantes do Coritiba marcou muito bem e dá qualidade de saída de bola ao time.
Rafinha – Com muita movimentação e velocidade sempre foi perigoso, especialmente ao atuar nas costas do Márcio Careca.
Ficaram devendo:
VASCO
Allan e Márcio Careca- Não foram efetivos no apoio e marcaram mal sobrecarregando a defesa. Allan ao menos fez o cruzamento para o gol.
CORITIBA
Davi – não chegou a decepcionar, mas o meia joga mai do que apresentou.
VASCO 1 x 0 CORITIBA
Local: São Januário, no Rio de Janeiro (RJ)
Renda/Público: R$ 756.765 / 17.922 pagantes/ 21.365 presentes
Árbitro: Paulo Cesar de Oliveira (SP)
Auxiliares: Carlos Berkenbrock (SC) e Marcelo Carvalho Van Gasse (SP)
Cartão amarelo: Alecsandro (VAS), Anderson Aquino (CTB)
GOL: Alecsandro, 5'/2ºT (1-0)
VASCO: Fernando Prass; Allan, Dedé, Anderson Martins e Márcio Careca; Eduardo Costa, Rômulo, Felipe (Fellipe Bastos, 30'/2ºT) e Bernardo; Diego Souza e Alecsandro (Elton, 36'/2ºT) - Técnico: Ricardo Gomes.
CORITIBA: Édson Bastos, Jonas, Demerson, Emerson e Lucas Mendes; Willian, Léo Gago, Rafinha e Davi (Geraldo, 28'/2ºT); Anderson Aquino (Marcos Paulo, 28'/2ºT) e Bill (Leonardo, 25'/2ºT) - Técnico: Marcelo Oliveira

quarta-feira, 1 de junho de 2011

DRIBLE CULTURAL - O TEATRO MÁGICO

Já imaginou observar palhaços e malabares em suas performances enquanto tocam uma boa música? Caso deseje contemplar tal espetáculo, seja muito bem-vindo ao TEATRO MÁGICO. Criado por Fernando Anitelli em Osasco no ano de 2003, este grupo musical tem por princípios reunir em seu espetáculo elementos da música, do circo, do teatro, da literatura e a musicalidade popular.
O Teatro Mágico trabalha sem o apoio de grandes gravadoras, produzindo de forma independente os seus trabalhos, mas sempre primando pela qualidade e bom gosto. A filosofia difundida por esta trupe é do movimento Música Para Baixar (MPB) - comprometido com a defesa do livre compartilhamento de arquivos musicais via internet e flexibilização do direito autoral, que conta com adesão de artistas e músicos preocupados com a questão da censura na web.
Inovadores, a trupe já permitiu aos seus fãs acompanharem a gravação da primeira versão da música “O que se perde enquanto os olhos piscam”, feita totalmente ao vivo pela internet. “Essa canção foi composta interativamente com os internautas, evidenciando que o que é feito com colaboração aumenta as possibilidades de quebrar barreiras”.
O Teatro Mágico torna possível que cada um se mostre como é que cada verdade interna seja revelada. Essa é a grande brincadeira, “ser o que se é afinal todos somos raros e temos que ter consciência disso”, destaca Antinelli no site oficial da trupe.
Apesar de envolver várias expressões artísticas, a linguagem musical e cênica é popular e acessível para todo tipo de público, independente de idade e classe social.
Embalando todas as canções, destacam-se: violões, violino, guitarra, baixo, percussão, flauta, DJs, gaita, xilofone, bateria, bandolim e sonoplastia. São 10 músicos e 3 artistas circenses, e algumas participações esporádicas.
Deixo para os amigos uma pequena demonstração do que nos aguarda no dia 10/07/2011 no Bahia Café Hall.
"O dia mente a cor da noite, e o diamante a cor dos olhos, Os olhos mentem dia e noite a dor da gente"
O Teatro Mágico
Quem desejar conhecer mais sobre a história e ouvir as músicas da trupe, é só acessar http://oteatromagico.mus.br/ e aproveitar.
Senhoras e Senhores, respeitável público, sejam todos bem-vindos ao Teatro Mágico!







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Por meio do esporte e da cultura crescemos, interagimos e vivenciamos emoções únicas. Que o Drible Arte nos traga tudo isso e um pouco mais...